A Comunidade Europeia em Moçambique acaba de enviar por via mais segura uma nota de repúdio a presidencia da República, dando conta do desgaste do corpo diplomático pelas manifestações violentas.

A situação de acordo com a nota enviada a presidência da republica está a pôr em causa os avultados investimentos de negócios, de companhias europeias e ocidentais.

Os cidadãos europeus lamentam o facto do Estado Moçambicano estar a protelar a situação com a polícia a assistir o vandalismo que põe em causa avultadas somas de dólares/Euros, aplicados nos seus negócios.

No seu entender o Estado agiu bem nas primeiras semanas das manifestações, repelindo todas as tentativas de saque e vandalismo.

Estamos cientes da preservação dos direitos humanos, mas aqueles que convocam as manifestações, não esqueçam de que Moçambique é um Estado de Direito, onde os direitos fundamentais das pessoas devem ser respeitados, nos direitos fundamentais da Carta dos Direitos Humanos da ONU, não existem disreitos superiores aos outros. 

O Estado Moçambicano não deve continuar a assistir os manifestantes a violarem direitos de outras pessoas, se calhar a maioria do povo.

Na capital Moçambicana as pessoas estão impedidas de circular, de trabalhar, de ir aos hospitais para cuidar da sua saúde, de cuidarem dos seus programas tendo em conta o Natal e fim de ano, tudo está a ser feito refém em nome dos resultados eleitorais.

O fundamento e desígnios dos resultados eleitorais, foram encaminhados as instituições democraticamente criadas e devem ser respeitadas e esperar pelo seu pronunciamento, a breve trecho.

A comunidade Europeia, acompanha com preocupação a narrativa segundo a qual o Candidato Venâncio Mondlane, encontra-se sob custódia da Suíça.

Todavia, contactos ainda em curso, o governo daquele país refuta tais informações, desconfiando porém que a ser verdade, serão investigadas algumas personalidades religiosas que provavelmente podem estar por detrás da situação. 

A Suíça refere que vai intensificar as investigações e buscas de modo a repatriar Venâncio Mondlane para Moçambique, caso se prove que de facto se encontra na Suíça. 

A Embaixada da Suíça em Moçambique, reiterou no contacto com a Comunidade Europeia reconhecer as suas boas relações de a longa data e que em momento algum, se interessaria em cometer subversão em Moçambique. 

Disse no fim, reconhecer a idoniedade da Suíça através da sua embaixada em Moçambique, reiterando que a Suíça tudo está a fazer para repor a verdade.

Neste momento, a conunidade Europeia insta ao Governo Moçambicano de tudo a fazer para repor a ordem, circulação de pessoas e bens dentro e fora da cidade e província de Maputo.

Terminou referindo a disponibilidade de interacção para pôr fim a desordem que se vive na cidade de maputo, saudando o ambiente ordeiro e tranquilo que se regista nas restantes províncias do país.

CGEJ

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